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Educação superior precisa de gestão educacional profissional

Precisamos entender que estamos vivenciando uma Nova Ordem Global, onde os parceiros dos BRICS PLUS estão realizando grandes investimentos no Brasil e no Nordeste do Brasil

"A maldição da INTELIGÊNCIA, é pensar que conhece o SISTEMA, não entender os enganos nos feedbacks das pesquisas, e ignorar os padrões comportamentais que hão de mudar num breve futuro, e mesmo assim se comportar como IDIOTAS, para tentar manter a sua sobrevivência," (Arthur Schopenhauer).

INTRODUÇÃO

Precisamos entender que estamos vivenciando uma Nova Ordem Global, onde os parceiros dos BRICS PLUS estão realizando grandes investimentos no Brasil e no Nordeste do Brasil, onde a Inteligência Artificial nos informa através dos "Report" das instituições internacionais, deixam claro que haverá extinção e criação de novos empregos, devidamente antenados com os algoritmos e dos Kubits.

Diante dessa WAVE, acreditamos que os investidores, gestores e coordenadores educacionais, inclusive professores, devem se adequar com recursos antenados com a IA, Agente de IA, e Computação Quântica, que direta e indiretamente afetarão a metodologia das disciplinas, e a VIDA presente e futura, dos educandos.

No caso, especifico de Fortaleza – CE, observamos que alguns gestores, ainda não perceberam, a mudança da seletividade desse mercado laboral, inclusive o de empreendedor, e esse engano pode afetar o êxito na captação de educandos para manter a atividade educacional com qualidade educacional.

Entendemos que os RECURSOS (Material, edificações, equipamentos, e humanos) devem ser objeto de um PDCA, com análise SWOT, que identifique os pontos positivos e negativos daquela IES, e estabeleça as melhorias plausíveis e necessárias.

No PDI e no Plano de Marketing, de cada curso, acreditamos que devem conter:

a) Novas Habilidades;

b) Novas Competências;

c) Eixos Práticos

d) Criatividade, senso crítico, livre arbítrio, humanismo, legalidade;

e) Entender a seletividade do Mercado local, regional, estadual, internacional;

f) Aprender os idiomas (Língua Portuguesa, Inglês, Mandarim, Russo, Hindi e Árabe)

g) Vivenciar a Inteligência Artificial, criar o seu próprio AGENTE DE IA e estudar a Computação Quântica.

Entendemos que o CONHECIMENTO e seu exercício prático, é a moeda do presente e do futuro, mesmo diante da base frágil dos educandos, onde percebemos que a nova estratificação social se delineia em INCLUÍDOS e EXCLUÍDOS, por razões óbvias.

Para fortificar e positivar nossas preocupações, informamos abaixo as ideologias econômicas dos grandes investidores:

a) USA – Time is Money, American First, Make American Great Again, Board of Peace;

b) CHINA – Não importa a cor do gato, quer ela seja branca, preta ou parda pois o importante é que peguem os ratos.

c) RÚSSIA – Quando um CZAR te dá um ovo, ele te toma a galinha.

d) ÁRABE – Economia não diz respeito a Capital, Ouro ou Petróleo, mas sobre as pessoas.

e) BRASIL – Habitar um país RICO e ser POBRE é prova incontestável de nossa IDIOTICE.

A inobservância e entendimento dos nossos artigos, livros, blog, aulas, cursos, palestras, sitie, e do canal YouTube-Elenito Elias da Costa, podem penalizar ainda mais os neófitos que nos ignoram, com ônus, deságios e resultados negativos insuportáveis.

CENÁRIO ATUAL E FUTURO

Diante do cenário que descrevemos — com a chegada de investimentos bilionários dos BRICS Plus e a persistente fragilidade educacional de nossos candidatos —, alguns erros deixaram de ser meras falhas de gestão para se tornarem *sentenças de irrelevância*. Identifiquei cinco graves equívocos que algumas IES em Fortaleza persistem em cometer, mesmo já oferecendo a flexibilidade do modelo híbrido.

Os 5 Erros Críticos na Captação em Fortaleza

1. A "Síndrome do Avestruz": Ignorar o Elefante (BRICS) na Sala

É o erro mais estratégico e, ironicamente, o mais comum. A IES continua fazendo marketing institucional genérico ("Venha ser um profissional de sucesso") ou focado apenas em preço, enquanto o maior movimento econômico da história recente do estado acontece ao lado.

- O Erro: Tratar a chegada das empresas de energia renovável, do Hidrogênio Verde e da manufatura avançada como algo distante, alheio ao core business da faculdade. A IES não adapta seu discurso, não mapeia as vagas que estão sendo abertas e não cria pontes com essas empresas. É como vender guarda-chuvas em Fortaleza ignorando que a estação chuvosa chegou.

- A Consequência: O aluno, que é movido pela empregabilidade, não enxerga na IES um caminho para essas vagas cobiçadas. Ele continua vendo a faculdade apenas como um "trampolim genérico", e qualquer concorrente que fizer a conexão com o "novo mercado" de forma mais clara levará esse aluno. A IES perde relevância e se torna uma coadjuvante na transformação econômica da região.

2. Ofertar o Híbrido como "Menos do Mesmo" e Não Como Solução de Acesso

Muitas IES oferecem a flexibilidade (presencial + EAD) como um atrativo, mas falham em usá-la para resolver o problema crônico do aluno de Fortaleza: a defasagem educacional.

- O Erro: A IES coloca o aluno híbrido na mesma esteira do aluno presencial, sem um acolhimento diferenciado. O calouro, que já chega com deficiências em português e matemática, se vê sozinho diante de um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) genérico, cheio de conteúdos longos e sem a mediação humana necessária.

- A Consequência: A flexibilidade, que deveria ser uma ferramenta de inclusão, vira um funil de evasão. O aluno se sente perdido, incapaz de acompanhar e, nos primeiros sinais de dificuldade (já nos primeiros 30 dias de aula), abandona o curso. A IES capta para perder, inflando estatísticas e queimando orçamento.

3. Marketing Unidimensional: A Tirania do "Pós-Venda" e o Abandono do "Pré-Venda"

Há um equívoco em achar que captação se resolve apenas com anúncios e descontos As IES frequentemente confundem "publicidade" com "estratégia de captação".

- O Erro: A IES foca 90% do orçamento e da energia no funil de vendas (anúncios, feirões, descontos para matrícula) e esquece completamente o relacionamento de longo prazo. O aluno é tratado como um "lead" até a matrícula. Depois que entra, é jogado no limbo do "atendimento ao aluno" (pós-venda), sem nenhuma estratégia de nutrição ou encantamento.

- A Consequência: A IES não constrói uma comunidade, não gera defensores da marca. O aluno que poderia ser um promotor da instituição (o famoso "boca a boca", que ainda é o marketing mais barato e eficaz) se torna um crítico. A taxa de evasão sobe e a captação vira uma guerra de preços eterna, pois não há diferencial percebido pelo mercado.

4. A Sala de Espelhos: Ignorar a Realidade do Seu Público-Alvo

As IES, muitas vezes, criam campanhas baseadas no que *elas* acham que é importante e não no que o *aluno* realmente precisa. É achar que todo jovem de 18 a 24 anos quer festa e camisa de time, ignorando que 52,6% deles já trabalham e estão exaustos.

- O Erro: Comunicação institucional fria, distante, focada em "tradição" ou "laboratórios de ponta", quando o que o aluno da periferia de Fortaleza quer saber é: "Isso vai me dar um emprego?"; "Como vou conciliar isso com meu trabalho?"; "Tem gente como eu aqui?". A IES não segmenta suas mensagens para o jovem trabalhador, para a mãe que quer voltar a estudar, para o técnico que precisa se especializar para as vagas dos BRICS.

- A Consequência: A comunicação não gera identificação. O aluno não se sente representado e a IES vira apenas mais uma opção numa lista de 227 concorrentes, sendo escolhida puramente pelo menor preço.

5. A Porta Giratória: Tratar a Evasão Como Inevitável

Há uma aceitação tácita de que "evasão faz parte do negócio". As IES não estruturam uma política séria de retenção e, com isso, jogam dinheiro fora.

- O Erro: Não ter uma equipe multidisciplinar dedicada a acompanhar o aluno, especialmente o ingressante. Ignorar os sinais de alerta (quedas de frequência, notas baixas, não participação em atividades) e só agir quando o aluno já pediu o cancelamento.

- A Consequência: A IES funciona como uma porta giratória: gasta rios de dinheiro para captar um aluno no vestibular de verão, perde 30% dele no primeiro ano, e precisa gastar de novo para repor essa perda no meio do ano. É um modelo financeiramente insustentável, que drena recursos que poderiam ser investidos em melhorias reais.

Conclusão do Consultor

Prezado, os investimentos dos BRICS Plus são uma oportunidade histórica, mas o tempo de reação é curto. A IES que comete esses erros não está apenas perdendo alunos; está perdendo a chance de se tornar um pilar do desenvolvimento do Ceará. O modelo que vence será aquele que parar de se enxergar como uma "fornecedora de diplomas" e passar a agir como uma "plataforma de desenvolvimento de carreiras para a nova economia", acolhendo o aluno frágil e conectando-o ao mercado pujante. Ignorar isso não é mais um erro estratégico; é uma opção pela irrelevância.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL CONSULTADA

Como pesquisadores e escritores, consultamos a IA abaixo, para nos esclarecer alguns fatos onde acreditamos ser de grande valia para o leitor.

"A melhor estratégia de captação para uma IES privada em Fortaleza, diante do cenário atual, exige uma abordagem cirúrgica que transforme ameaças em oportunidades. O mercado está saturado (227 IES) , o aluno está mais pobre e com defasagem de aprendizado, e os grandes empregadores estão chegando com investimentos bilionários. A seguir, uma análise detalhada e um plano de ação focado.

1. Análise do Cenário Fortalezense: Diagnóstico Racional

Para construir uma estratégia eficaz, é necessário separar a realidade em fatores estruturais (positivos e negativos) e, a partir deles, derivar ações.

1.1. Fatores Negativos (As Dores e Ameaças)

- Fragilidade Educacional do Candidato (O Gargalo Crítico): Dados acadêmicos apontam que fatores como defasagem escolar (reprovação) são os que mais impactam negativamente o desempenho em avaliações no Ceará. O aluno que chega à graduação, muitas vezes, não domina competências básicas de leitura, interpretação e raciocínio lógico. Isso gera alta evasão (26,9% no presencial e 30,2% no EAD no Ceará) porque o aluno se sente incapaz de acompanhar o conteúdo.

- Mercado Saturado e Altamente Concorrencial: Fortaleza possui 227 IES disputando o mesmo aluno. O "Top of Mind" é dominado por marcas consolidadas (Unifor com 19,2% e UFC com 12,9%). Para as IES menores ou de médio porte, competir apenas por "tradição" ou "preço baixo" é uma estratégia perdedora, pois as líderes de mercado têm economias de escala.

- Queda nas Matrículas Presenciais e Dependência do EAD: O ensino presencial privado no Ceará vem caindo (queda de 4,2% em 2019) . O crescimento está no EAD (aumento de 58,1% na rede privada), mas esse é um mercado de commodities, onde a briga é por preço e taxa de evasão é ainda maior (30,2%).

- Baixa Escolarização Líquida: Apenas 16% dos jovens de 18 a 24 anos estão no ensino superior no Ceará, abaixo da média nacional. Isso significa que o "bolo" de alunos que concluem o ensino médio e entram na faculdade é pequeno e extremamente disputado.

1.2. Fatores Positivos (As Oportunidades Estruturais)

- BRICS Plus e a "Nova Economia" do Ceará (O Grande Trunfo): Os investimentos dos BRICS Plus (especialmente China e países árabes) não são apenas financeiros; eles estão reconfigurando a matriz econômica do estado. Há investimentos massivos em:

- Energia Renovável: Complexos de energia solar e eólica (interesse chinês) e Hidrogênio Verde (interesse árabe) no Nordeste.

- Tecnologia e Manufatura Avançada: Produção de veículos elétricos (BYD), equipamentos elétricos, parcerias em 5G (Huawei) e expansão de data centers.

- Infraestrutura e Logística: Investimentos em portos (como o Complexo do Pecém) e rodovias.

- Energia Nuclear e Fertilizantes: Parcerias com a Rússia para reatores modulares (SMRs) e produção nacional de fertilizantes.

- O Ceará como Vitrine Global da Educação: Fortaleza foi sede da Reunião Global de Educação (GEM) da UNESCO, colocando o estado no centro do debate sobre inovação e inclusão educacional. A "marca" Ceará está associada à superação de desafios educacionais na educação básica (exemplo: modelo de alfabetização do PAIC).

- Empregabilidade como Diferencial: As IES mais lembradas no estado (Uni Ateneu, por exemplo) já usam o discurso de empregabilidade e acompanhamento de carreira como pilar de marketing.

2. A Estratégia: O "Ponte para o Futuro"

A lógica é simples: os grandes investimentos dos BRICS Plus estão criando demanda por mão de obra qualificada (engenheiros, técnicos em energias renováveis, analistas de TI, logísticos, especialistas em comércio exterior). O aluno da periferia de Fortaleza quer essa vaga de emprego, mas não tem a base educacional para chegar lá.

A IES precisa se posicionar como a plataforma de acesso a esse novo mercado de trabalho, resolvendo a fragilidade educacional do aluno no meio do caminho.

2.1. Ações de Curto Prazo (Attack & Convert)

- Reposicionamento de Marketing (A Narrativa):

- Abandone o Discurso "Vestibular": Troque "Venha fazer faculdade" por "Venha se preparar para as vagas do futuro no Ceará".

- Criação de "Trilhas BRICS": Crie selos ou certificações intermediárias (extensão ou tecnólogos) focados nas demandas específicas. Exemplo: "Trilha em Energias Renováveis (Energia Solar e Hidrogênio Verde)", "Trilha em Logística Portuária (Pecém)", "Trilha em Tecnologia para Indústria 4.0". Isso mostra alinhamento imediato com o mercado.

- Marketing Digital com Funil de "Empregabilidade":

- Siga o exemplo da Unifor, que já percebeu que o aluno quer um canal rápido e interativo.

- Conteúdo: Crie campanhas segmentadas mostrando salários, vagas abertas e o dia a dia das empresas chinesas e árabes que estão se instalando no estado.

- Tráfego Pago: Use palavras-chave como "Trabalhar no Pecém", "Vagas em energia solar Fortaleza", "Empresas chinesas no Ceará", e direcione para landing pages que mostrem como a IES prepara para isso.

- Parcerias Institucionais (Prospecção Ativa):

- Ação B2B: A IES deve prospectar ativamente as empresas dos BRICS Plus que estão se instalando (ex: BYD, State Grid, etc.). Ofereça ao RH dessas empresas um programa de "Indicação de Talentos" ou "Desconto Corporativo" para funcionários e dependentes. Isso gera receita e empregabilidade ao mesmo tempo.

2.2. Ações de Médio Prazo (Retention & Sucesso)

A fragilidade educacional é o maior risco de evasão. A estratégia aqui é acolher o aluno com defasagem e nivelá-lo sem humilhá-lo ou desistimulá-lo.

- Implementação de um "Núcleo de Nivelamento e Acompanhamento Acadêmico":

- Diagnóstico na Entrada: Aplique uma prova diagnóstica para todos os ingressantes (como a Prova Brasil, mas focada em habilidades para o ensino superior) para mapear as deficiências reais em português e matemática.

- Tratamento Personalizado: Ofereça disciplinas de nivelamento **obrigatórias** mas sem peso para reprovação no semestre, focadas em recuperar a base do ensino médio e fundamental. Isso reduz a evasão nos primeiros períodos.

- Monitoria e Tutoria: Crie programas de monitoria onde alunos veteranos (com bolsa) ajudam os calouros com dificuldade. Isso cria comunidade e reduz a sensação de isolamento.

- Flexibilização Curricular:

- Considere que 52,6% dos alunos têm até 24 anos e muitos precisam trabalhar. Ofereça horários flexíveis, modelos híbridos e conteúdos modulares que permitam ao aluno conciliar trabalho e estudo, especialmente nos cursos mais demandados como Pedagogia (que explodiu no EAD) e Administração.

2.3. Ações de Longo Prazo (Branding & Relevância)

- Criação de um "Observatório do Trabalho e Carreiras BRICS":

- Torne a IES uma fonte de dados sobre o mercado de trabalho local. Publique relatórios trimestrais sobre as vagas que estão surgindo com os novos investimentos, os salários praticados e as habilidades mais demandadas.

- Isso gera autoridade e faz com que a imprensa local (jornais como O Povo) procure a IES para comentar sobre economia e educação. A marca da IES se associa ao progresso do estado.

- Consolidação da Marca como "Centro de Excelência em Negócios Globais":

- Fortaleza quer ser vista como hub global. A IES precisa se vestir para isso. Ofereça cursos de idiomas (mandarim, russo, árabe) gratuitos ou subsidiados para alunos de cursos estratégicos (engenharia, comércio exterior). Isso é um diferencial competitivo absurdo.

3. Síntese da Estratégia

| Dimensão | Problema Específico | Solução Estratégica | Ação Tática |

| Atração | Baixa percepção de valor no diploma vs. custo. | Vincular o diploma ao novo mercado de trabalho aquecido (BRICS). | Marketing com foco em "Carreiras do Futuro" e parcerias B2B com empresas chinesas/árabes. |

| Permanência | Defasagem educacional do aluno gera frustração e evasão. | Nivelamento real e acolhimento pedagógico. | Currículo flexível + "Núcleo de Nivelamento" obrigatório + monitoria. |

| Diferenciação | Commoditização do EAD e briga por preço. | Construção de autoridade em "Negócios Internacionais e Energia". | Criação do "Observatório do Trabalho BRICS"; parcerias para idiomas. |

Conclusão

A IES que prosperar em Fortaleza não será a que tiver o menor preço, mas a que conseguir integrar o aluno frágil ao mercado de trabalho pujante. A função da IES deixa de ser apenas "dar aula" e passa a ser a de "viabilizar a carreira". Ao conectar a fragilidade do aluno com a demanda das empresas (via nivelamento e empregabilidade), a IES se torna o elo indispensável nessa cadeia de desenvolvimento econômico do Ceará." (DEEPSEEK AI R3)

CONCLUSÃO

O momento exige profissionalismo e análise mais profunda, sem desconsiderar o devido RISCO, mas acreditamos se observarmos o texto desse insight, poderá ajudar aqueles que labutam nessa atividade.

Entendemos perfeitamente a limitação do referido, mas também acreditamos que a mudança nas ações e atitudes dos gestores devem acolher essas nossas adaptações.

Acolhemos aqueles que não compactuam desse insight, mas devemos entender que nem todos buscam a sua perfeição, por motivos alhures.